The Blood of Dawnwalker foi descrito pelo próprio CEO da Rebel Wolves como um sandbox narrativo e a referência escolhida pelo estúdio para explicar a proposta diz muito sobre as ambições do projeto. Em entrevista, Konrad Tomaszkiewicz, diretor e CEO da Rebel Wolves, comparou diretamente o design do jogo aos clássicos da franquia Fallout, colocando a agência do jogador como eixo central da experiência.
“The Blood of Dawnwalker será primariamente um sandbox narrativo, similar aos clássicos jogos de Fallout. Nosso objetivo é que o jogador possa decidir qual caminho quer tomar para chegar ao fim do jogo”, declarou Tomaszkiewicz.
Liberdade na vingança
A estrutura narrativa gira em torno de Coen, o protagonista da história, um personagem que mantém traços suficientes de sua humanidade para agir tanto de dia quanto de noite, funcionando, na prática, como dois personagens em um só. O objetivo central é a vingança contra Brencis, o vampiro responsável pela condição atual de Coen. Para isso, o jogador precisará trabalhar para desestabilizar o regime de Brencis antes de confrontá-lo diretamente, algo que pode se estender além da janela de 30 dias que estrutura o jogo.
A comparação com Fallout não é à toa: assim como nos clássicos da Bethesda, a ideia é que cada jogador construa sua própria rota até o desfecho. Atacar Brencis de frente é uma opção legítima, mas explorar livremente o cenário de Vale Sangora também está dentro das possibilidades e é justamente essa liberdade que o estúdio quer que o jogador sinta como genuína, não como ilusória.
O jogo está confirmado para 3 de setembro para PC, PlayStation 5 e Xbox Series.
Fonte: GamingBolt
Fonte: Video games


