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Qual é o melhor tipo de tela para monitor? Saiba as diferenças entre as tecnologias


A seguir, explicamos as diferenças fundamentais entre tecnologias transmissivas, como o LCD, e soluções autoemissivas, como o OLED. Também mostramos por que usar uma TV como monitor pode prejudicar a leitura de textos devido à menor densidade de pixels, além de indicar quais características priorizar em setups gamers e profissionais. Por fim, reunimos orientações de manutenção para preservar a qualidade do painel ao longo do tempo. Confira logo abaixo.

No topo da hierarquia visual encontram-se as tecnologias autoemissivas OLED e QD-OLED, onde cada pixel gera sua própria luz e pode se desligar completamente para criar o contraste infinito e o preto absoluto real. Além da qualidade de imagem cinematográfica, esses painéis oferecem tempos de resposta instantâneos de 0.03ms, eliminando borrões, embora exijam cuidados específicos de software para mitigar o risco de retenção de imagem (burn-in) em elementos estáticos exibidos por longos períodos, como barras de tarefas.

A conectividade define o teto de desempenho, pois enquanto TVs dependem do HDMI focado em mídia, monitores profissionais utilizam DisplayPort e USB-C para suportar larguras de banda massivas sem compressão de cor. Essas conexões permitem taxas de atualização extremas acima de 144Hz com resolução nativa e ainda possibilitam que o monitor funcione como um hub, transmitindo vídeo, dados e energia para carregar notebooks conectados com um único cabo, otimizando a organização e a produtividade no setup de mesa.



Fonte: TecMundo

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