O cartão físico concentra um tipo diferente de vulnerabilidade: ele é um objeto. Pode ser perdido, trocado, fotografado ou utilizado rapidamente antes que o titular perceba. Neste caso, segundo os especialistas, o ponto central é reduzir exposição desnecessária. “No caso do cartão físico, recomenda-se cobrir o código de segurança, o CVV de três dígitos, com adesivo e nunca entregar o cartão na mão do lojista, realizando pessoalmente a aproximação ou inserção na maquininha”, diz Rabusky.
Fonte: TecMundo


