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Inovações baseadas na natureza podem reduzir impactos ambientais; entenda


Esse campo de estudo não está restrito apenas às ciências da natureza, como a química, a biologia, a física ou até a medicina, mas também está presente em diferentes frentes de estudo, como na arquitetura, nas engenharias e até na robótica. Dentre as muitas áreas nas quais é útil, a biomimética já demonstra avanços significativos, por exemplo, na possibilidade de não precisar de aparelhos de ar-condicionado, ao se basear na arquitetura de casas de cupins, ou formas mais eficientes de preservar a natureza.

Dessa forma, atividades como a aplicação de substâncias restauradoras em corais podem se tornar mais rápidas, eficientes e menos arriscadas. Em um comunicado oficial, destacado e traduzido pelo portal de sustentabilidade eCycle, os pesquisadores afirmam: “Esta maior eficiência, combinada com os benefícios adicionais do exterior macio e flexível do robô, o tornaria ideal para operar perto de ambientes sensíveis, como recifes de corais, sítios arqueológicos ou mesmo em águas lotadas de nadadores”.

Além dessas, outras aplicações da biomimética já foram realizadas, como: a geração de energia renovável, a partir de turbinas eólicas inspiradas na fisiologia das nadadeiras de baleias jubarte; a fabricação de materiais resistentes, a partir da observação da estrutura de conchas e dentes; a fabricação de vidros e tecidos, com base no estudo da estrutura da flor de lótus, que tem folhas que impedem a absorção de água; entre muitas outras. Os projetos estão espalhados por diversos campos de estudo e continuam a surgir com frequência.



Fonte: TecMundo

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