
Gaby Amarantos em ensaio com figurino usado no The Town (Divulgação)
Um ano depois, o “Rock Doido” segue fazendo barulho. Em entrevista à Billboard Brasil, Gaby Amarantos celebrou o primeiro aniversário do projeto e relembrou como foi o processo de construção do álbum, que nasceu da mistura de diferentes influências e da vontade de explorar novas sonoridades.
No bate-papo, a cantora também refletiu sobre o impacto que o trabalho teve não apenas em sua carreira, mas também na música brasileira.
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Lançado em agosto de 2025, “Rock Doido” é um manifesto cultural que transforma a energia frenética das festas de aparelhagem de Belém do Pará em música.
O projeto foi estruturado em parceria com o coletivo Altar Sonoro como um set contínuo de 22 faixas rápidas e interligadas, simulando exatamente a experiência de uma pista de dança comandada por DJs paraenses, sem pausas entre as músicas.
Entre os destaques do disco está “Foguinho”, um dos maiores hits do álbum, que incendeia as apresentações ao vivo e rendeu a Gaby Amarantos o prêmio de Música do Ano no Potências 2025.
O repertório também reúne parcerias marcantes, como “Te Amo Fudido”, ao lado da rainha do tecnobrega Viviane Batidão, “Não Vou Chorar”, com a cantora sertaneja Lauana Prado, e “Tumbalatum”, faixa enérgica gravada com o grupo Gang do Eletro.
Já “Carregador de Aparelhagem” resgata clássicos e presta homenagem à herança das periferias do Norte do país.
Para celebrar o aniversário do projeto, Gaby Amarantos se apresenta em São Paulo no dia 7 de agosto, em espetáculo que promete reunir música, projeções, coreografias e elementos cenográficos inspirados na noite belenense, reforçando a proposta original de levar a cultura das aparelhagens paraenses para o centro da música brasileira.


