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epílogo original era muito mais sombrio, revela diretor criativo de Cyberpunk 2


A expansão Phantom Liberty de Cyberpunk 2077 quase teve um final completamente diferente do que os jogadores conheceram. Igor Sarzyński, diretor criativo do Project Orion (codinome para Cyberpunk 2), revelou que o epílogo original da DLC era muito mais sombrio e estranho do que a versão final lançada.

Através de uma série de posts no Bluesky, Sarzyński explicou que à medida que a história principal de Phantom Liberty se solidificou, a equipe percebeu que o epílogo inicial não se encaixava tonalmente nem tematicamente com o resto da expansão, o que levou à criação do atual final da “Torre”.

O desenvolvedor destacou que, apesar do epílogo alternativo ter avançado no desenvolvimento com locações, cenas e sistemas já criados, a decisão de cortá-lo beneficiou a experiência final do jogo. “Nem sempre mais é melhor”, explicou Sarzyński, comparando o processo de desenvolvimento de jogos com filmes, onde cenas são removidas por razões de ritmo, coerência e qualidade.

Em outra revelação interessante, a cena de dança com Alex foi uma adição tardia ao desenvolvimento de Phantom Liberty. Sarzyński sentiu que era necessário incluir “um momento pessoal mais leve” em meio à tensa intriga de espionagem que domina a expansão.

Sarzyński aproveitou para explicar como funciona o processo de desenvolvimento de jogos, especialmente RPGs de mundo aberto. Segundo ele, o trabalho é constantemente gerenciado através de um backlog baseado em prioridades, onde itens são adicionados, removidos e modificados durante todo o processo de criação.

“Um jogo é uma obra de arte interativa, multidimensional, engenheirada pela psique coletiva. Uma maravilha. Um mundo dentro de um mundo. Super complexo”, descreveu o diretor criativo. “O objetivo é sempre o mesmo: criar a melhor experiência possível – no prazo estipulado.”

Apesar das controvérsias iniciais no lançamento, Cyberpunk 2077 conseguiu dar a volta por cima nos últimos cinco anos. O jogo base vendeu mais de 35 milhões de cópias, enquanto Phantom Liberty alcançou a marca impressionante de 10 milhões de unidades vendidas, além de receber críticas extremamente positivas.

Fonte: GamingBolt

 


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Fonte: Video games

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