Um longa-metragem com trilha sonora quase perfeita, que conseguiu fechar sua trilogia sendo o melhor de todos.
Em 2011, após anos desenvolvendo um novo conceito para revitalizar uma das franquias de ficção científica mais populares, foi lançado o primeiro filme do reboot de Planeta dos Macacos: A Origem. Isso aconteceu exatamente uma década depois da versão dirigida por Tim Burton e estrelada por Mark Wahlberg – que, por sinal, não ganhou sequência.
Apesar do pouco tempo desde a tentativa anterior, esse novo começo, dirigido por Rupert Wyatt e com James Franco no elenco, foi um sucesso estrondoso: arrecadou US$ 481 milhões e deu origem a uma trilogia completa que melhorou a cada novo filme.
A evolução de uma revolução
20th Century Studios
O ponto de partida dessa reinicialização reinventou as origens de César (Andy Serkis), o líder da rebelião dos macacos. A trama coloca o chimpanzé em um laboratório onde testam um vírus para tratar Alzheimer – droga que acaba tornando os macacos inteligentes. Quando uma versão mortal do vírus se espalha pela humanidade, os macacos ascendem ao poder e se tornam a nova espécie dominante. Esse conflito viria a ser o centro dos filmes seguintes: Planeta dos Macacos: O Confronto e Planeta dos Macacos: A Guerra.
Dirigido por Matt Reeves e estrelado por Andy Serkis, Woody Harrelson e Steve Zahn, entre outros, Planeta dos Macacos: A Guerra concluiu a trilogia como o filme mais bem avaliado dos três, com 94% de aprovação no Rotten Tomatoes. Arrecadou US$ 490 milhões, elevando o total da trilogia para impressionantes US$ 1,7 bilhão.
Crítica e público lado a lado
No AdoroCinema, a produção de 2017 conquistou tanto o público quanto a crítica especializada. Com nota 4,5 de 5 estrelas, o destaque foi: “não se trata mais (apenas) da luta do bem vs. mal. Assim como César, a franquia evolui. Matt Reeves, diretor dos dois últimos filmes, usa a máquina de entretenimento de Hollywood para fazer o público pensar – e faz isso sem que você perceba. Claro, ele não dispensa o formato clássico do roteiro hollywoodiano, que inclui até o alívio cômico, dessa vez encarnado pelo ‘macaco mau’ dublado por Steve Zahn. O fato é que tudo é muito bem fundamentado em Planeta dos Macacos.”
A trama de A Guerra

20th Century Studios
No filme, a guerra instigada pelo macaco Koba contra os humanos – cuja população foi dizimada pela praga – segue em curso, mas para César vencer já não é o objetivo. Ele só quer viver em paz com sua tribo. No entanto, uma unidade especial liderada pelo brutal Coronel (Harrelson) quer sua cabeça a qualquer custo.
Batalhas sangrentas se espalham pela selva nos arredores de São Francisco, culminando em um ataque traiçoeiro ao esconderijo dos macacos – revelado por um traidor. Agora, o geralmente pacífico César é consumido pela sede de vingança e, ao lado de seu braço direito Rocket (Terry Notary) e outros seguidores leais, parte em uma caçada implacável ao Coronel, determinado a não mostrar misericórdia.
O terceiro e último filme desta aclamada trilogia, Planeta dos Macacos: A Guerra, está disponível no Disney+.
Fonte: Filmes e Séries


