Estamos aguardando a terceira temporada da série Os Anéis do Poder na Prime Video, que se passa antes dos filmes de O Senhor dos Anéis. Mas existe outro filme sobre Tolkien que vale a pena assistir e que, provavelmente, nem todo mundo conhece.
Os fãs de fantasia certamente conhecem a trilogia de O Senhor dos Anéis de Peter Jackson de cabo a rabo, já assistiram à trilogia O Hobbit e, claro, à série do Prime Video, O Senhor dos Anéis: Os Anéis de Poder. E quem gosta de ler e é entusiasta do gênero inevitavelmente se depara com as obras de John Ronald Reuel Tolkien, mais conhecido como J.R.R. Tolkien.
Mesmo quem não devorou os livros, filmes ou séries, pelo menos já ouviu falar deles. Mas quem foi exatamente esse Tolkien que nos deu a maior e mais famosa saga de fantasia dos nossos tempos?
Você pode saber mais sobre ele no catalogo do Disney+, que inclui o filme Tolkien – uma cinebiografia do lendário escritor, estrelada por Nicholas Hoult, astro de X-Men: Primeira Classe e Skins.
Vale a pena assistir a Tolkien ?
Fox Searchlight Pictures
A grande questão é: vale mesmo a pena? Em nossa crítica no AdoroCinema, o drama recebeu 2,5 de 5 estrelas – uma nota razoável, mas não é uma recomendação para todos. Por outro lado, muitos leitores, principalmente fãs, deram uma chance ao filme, que tem nota 3,8 no site.
Por isso, recomendamos Tolkien de todo o coração aos fãs da Terra-média, porque, no fim das contas, o filme foca no ser humano por trás dessa história épica.
Qual é a história do filme?
A história acompanha a juventude de J.R.R. Tolkien (Nicholas Hoult), um jovem comum no início do século XX. Após a morte de sua mãe, ele e o irmão são confiados ao padre Francis (Colm Meaney) e passam a viver com recursos limitados em Sarehole Mill, Inglaterra. Na escola, Tolkien forma uma forte irmandade com outros jovens, e juntos se encorajam a perseguir seus sonhos.
Enquanto estuda na universidade, o futuro escritor se apaixona por Edith Bratt (Lily Collins), sua futura esposa, e se dedica à paixão pelas línguas, desenvolvendo aos poucos um idioma próprio. Mas seu caminho é interrompido pela Primeira Guerra Mundial, onde vive experiências traumáticas que o diretor Dome Karukoski retrata como uma das inspirações diretas para a criação de Mordor. É a partir desse caos, dessa amizade e desse amor que Tolkien começará a construir, com base em sua língua inventada, o universo fantástico da Terra Média.
A história de amor de J.R.R. Tolkien
A Terra-média, de resto, fica em segundo plano nessa cinebiografia. Karukoski se concentra, na verdade, no romance entre Tolkien e Edith, destacando também a timidez do autor e sua paixão pelas línguas. Quem se interessa pelo homem por trás da mitologia de O Senhor dos Anéis e também curte cinebiografias histórias, vai achar Tolkien uma obra válida – mesmo que ela não tenha ligações diretas com sua megassaga fantástica.
Fonte: Filmes e Séries


