
Cuca foi expulso ainda no primeiro tempo (Crédito: Raul Baretta/Santos FC)
O técnico Cuca ressaltou a importância da vitória do Santos sobre o Atlético-MG por 1 a 0, na Vila Belmiro, pela 11ª rodada do Brasileirão. O treinador afirmou que era ‘dia de vencer’, independentemente do desempenho, mas viu a equipe bem na partida. Para Cuca, o Santos conseguiu neutralizar o Galo, mas faltou maior eficiência ofensiva para ‘matar o jogo’.
“Hoje era dia de vencer. Se vencesse jogando mal, era dia de vencer. Mas venceu jogando bem. Partida contundente, bem jogada no primeiro tempo. Apesar de não ter feito gol, manejamos bem o jogo e controlamos pouquíssimas oportunidades do Galo, que tem um bom time. Equipe que fora de casa sabe jogar e nós neutralizamos bem. Eles foram ter uma jogada clara no final, é normal. Lançaram todos ao ataque. Tivemos muitas oportunidades de matar o jogo. O time está criando, jogando bem e é um processo natural. Jogamos bem o primeiro tempo no Equador, no segundo tempo depois do gol, não. É um processo natural que a gente vem desenvolvendo e eles tem jogado bem”, ressaltou.
Além do gol de Moisés, o Peixe teve um gol anulado com Gabigol e uma chance clara com Bontempo, que finalizou para fora. O comandante falou em ajustes para aprimonar no ‘último passe’. “Foram 18 finalizações, poucas no alvo. Mas teve uma do Bontempo, que foi para fora, mas não tinha chance mais clara que isso. Se ele tira um pouco menos era um golaço. Tivemos 3 contra 3 e temos que trabalhar esses detalhes para ‘matar o jogo’. Não ficar num risco como foi numa última bola e de repente põe tudo para fora por não ter matado”, completou.
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Cuca inclusive foi expulso da partida após dois amarelos por reclamação no gol anulado de Gabigol. O árbitro Rafael Rodrigo Klein ouviu o VAR no lance, em que a bola bate no braço do camisa 9 e por regra, não vale.
“Meu histórico de expulsão é quase zerado, respeito muito os árbitros e aqui no Santos acho que é a primeira vez que sou expulso. Eu perguntei para o Gabigol se tinha batido na mão dele e ele me disse que não. Então falei para o juíz que bateu em outro lugar, tomei amarelo, continuei justificando e depois vermelho. Gabi até agora falou que foi no ombro, até agora não vi o lance. Mas me passei um pouco, poderia ter administrado, mas no calor do jogo, na vontade e necessidade de vencer o jogo, me passei. Não ofendi ninguém, foi apenas uma reclamação e ele achou que deveria expulsar. Prefiro ter sido expulso e ganhar do que ficar no banco e perder”, explicou.
Fonte: Placar


