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como foi a 28ª edição, em Natal


Emicida e Gaby Amarantos no Festival MADA 2026

Emicida e Gaby Amarantos no Festival MADA 2026 (@bellaccarneiro e @luanatyze/Divulgação)

O Festival MADA chegou à 28ª edição com uma missão: entregar ao público de Natal, no Rio Grande do Norte, o melhor da música brasileira atual. Foi um encontro de cantores que fizeram alguns dos melhores álbuns dos últimos anos e que seguem tendo muito a mostrar aos fãs.

Um dos destaques foi o show de Marina Sena com “Coisas Naturais”, terceiro disco da cantora mineira, que já se destaca entre o melhor do repertório dela. Marina foi recebida por uma multidão no Festival MADA. Ela entrou no palco com uma roupa toda adornada e um pedestal que seguia a estética do look, algo que já virou tradição nos shows dessa era. A cantora se descreveu como uma “residente” do festival.

Gaby Amarantos também viveu a consagração de um grande projeto no palco do MADA. A cantora levou a turnê de “Rock Doido” a Natal pela primeira vez, e não deixou a desejar. Ela fez um show completamente caótico, no melhor sentido possível, com participação da drag local Potyguara Bardo. Lançado há pouco mais de um ano, o álbum já é considerado um dos melhores da paraense. Gaby disse: “O Rock Doido me deu a oportunidade de mostrar para o Brasil algo muito novo, muito moderno. Algo que eu acho que daqui a 10 anos as pessoas ainda vão estar descobrindo e aprendendo.”

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O reggae e a cena local

O reggae também foi bem representado, com shows da Tribo de Jah, que teve participação de Célia Sampaio, e da Taj Ma House.

Leoa, que ficou conhecida por ser vocalista da banda Luísa e os Alquimistas, entrou na programação como representante da cena local e fez um show que misturou reggaeton, rap e pop. Kaya Conky fez uma participação.

Zeca Pagodinho e Karinah

Outro momento emocionante da edição deste ano foi o show de Zeca Pagodinho. Em conversa com a Billboard Brasil, o sambista disse que apoia muito a nova geração do gênero, que se inspira no repertório dele.

Como prova disso, trouxe ao palco Karinah, expoente desse novo momento do samba. Sobre Zeca, disse: “Ele tem uma história e legado incríveis na música brasileira, e merece ser celebrado.”

Emicida e Duquesa

Emicida, que está na estrada com a turnê “MCMV”, em celebração ao disco mais recente, “Mesmas Cores e Mesmos Valores”, criou um clima quase intimista no Festival MADA, com um álbum que conversa com diversos anseios e dores do rapper. O público seguiu junto, testemunhando os desabafos do cantor. Emicida também apresentou hits de outros momentos da carreira, como “A Chapa é Quente” e “Hoje Cedo”, além de músicas dos Racionais MC’s.

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Duquesa também fez um grande show, misturando músicas dos últimos álbuns, em especial da era “Taurus”, o mais recente. Como nos anteriores, a rapper fez um show político, com diversas manifestações sobre as eleições presidenciais.

BaianaSystem e a mensagem política

Esse lado politizado também esteve presente no show da BaianaSystem. Em conversa com a Billboard Brasil nos bastidores do festival, o grupo contou que ainda não consegue pensar em Carnaval nem em planos, depois de vencer “a batalha mais importante de nossas vidas”. A banda disse: “O Baiana tem um som que é feito para as ruas, e nesse momento ele exerce prioridade, a nossa mensagem política, de libertação, educação e democracia.”

Veja fotos do Festival MADA 2026

Marina Sena
Marina Sena durante show no Festival MADA 2026 (@caettanofelipe/Divulgação)
Zeca Pagodinho
Zeca Pagodinho durante show no Festival MADA 2026 (@luanatayze/Divulgação)
Emicida
Emicida durante show no Festival MADA 2026 (@bellaccarneiro/Divulgação)
BaianaSystem
BaianaSystem no Festival MADA 2026 (@bellaccarneiro/Divulgação)





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