O Banco Digimais, ligado ao empresário e líder religioso Edir Macedo, entrou no radar das especulações após vir à tona, em 16 de fevereiro de 2026, a notícia de uma disputa judicial envolvendo cerca de R$ 500 milhões ligados ao fundo de investimento em direitos creditórios (FIDC) EXP 1. A discussão envolve operações estruturadas com ativos financeiros que teriam perdido valor após a crise de outras instituições do mercado. O conflito ocorre entre o banco e o empresário Roberto Campos Marinho Filho, da Yards Capital, que participa da estrutura desde fevereiro de 2025, quando o fundo foi criado. Ele busca na Justiça a recompra ou compensação de papéis, enquanto o Digimais contesta a obrigação de assumir esse prejuízo. Parte desses créditos teria sido originada por instituições como Banco Master, Reag e Fictor, que enfrentaram colapsos posteriores.
Fonte: TecMundo


