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A Netflix lança nova temporada de uma de suas melhores séries: É a mais divertida e viciante até agora – Notícias de cinema


Poucas séries da Netflix são tão agradáveis quanto O Poder e a Lei.

A Netflix tem uma infinidade de séries e cada um tem as suas favoritas. No meu caso, sempre me surpreendeu que uma das minhas preferidas seja O Poder e a Lei, já que, no papel, é um título que parece ter saído da época em que as emissoras a cabo americanas dominavam o cenário televisivo mundial. No entanto, foi lançada em 2022 e, no início de fevereiro, finalmente estreou sua 4ª temporada.

A série mantém aqui o seu padrão habitual de que cada temporada gira em torno de um caso que Mickey Haller precisa esclarecer, mas o que está em jogo muda: agora é o personagem interpretado por Manuel García Rulfo que enfrenta a possibilidade de ser condenado por um crime que não cometeu. O resultado são 10 episódios divertidíssimos que voltam a demonstrar o quão confiável é O Poder e a Lei.

Uma delícia

A primeira coisa que deve ficar clara é que não há nenhuma mudança estilística notável. A série se manteve fiel ao mesmo visual desde o seu primeiro episódio e aqui as únicas desvios mínimos que podem existir são aqueles momentos em que se busca ressaltar ao máximo o mau momento pelo qual o seu protagonista está passando. No entanto, mesmo assim, a mesma tônica visual é mantida e logo se retorna ao que já é conhecido.

Isso quer dizer que O Poder e a Lei se tornou mais do mesmo? Nesse ponto, é bom ter em mente que há várias surpresas ao longo da temporada que a conectam com temporadas anteriores da série, mas o melhor é que cada um vá descobrindo à medida que o caso avança, pois eu não me atreveria a dizer que é o melhor até agora, mas sim a que mais me prendeu, de longe.

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Para começar, a 4ª temporada de O Poder e a Lei eleva a intensidade a ponto de a gente realmente começar a temer pelo futuro de alguns de seus personagens principais. E até mesmo é tomada uma decisão que pode parecer um golpe de efeito um pouco gratuito, mas que se encaixa bem com tudo o que sabíamos até agora e ainda adiciona uma dose extra de drama à situação pela qual Haller está passando. E tudo isso sem nunca perder aquele toque de leveza que sempre caracterizou a série.

Além disso, as próprias ramificações do assassinato do qual Haller é acusado são aproveitadas para abordar diferentes frentes, desde os métodos duvidosos que as forças da lei podem chegar a empregar até as dificuldades para tentar encontrar quem está por trás de tudo. Tudo flui e permite que cada episódio seja plenamente agradável e que, ao mesmo tempo, a gente fique querendo ver mais um.

Também me alegro que a Netflix já tenha confirmado que O Poder e a Lei terá uma 5ª temporada, pois o final da quarta é um daqueles que te deixariam com cara de tonto se de repente a série fosse cancelada. O impacto que provoca é diferente do final da terceira, mas sem dúvida deixa com vontade de saber o que vai acontecer em seguida.

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De resto, boa adição a de Constance Zimmer como a promotora empenhada em que Haller seja condenado – e também um acerto que desta vez não haja nenhum tipo de tensão romântica entre os dois – e também a decisão de que Neve Campbell volte a ganhar bastante peso após sua participação anedótica na temporada anterior. De fato, aqui ela tem mais protagonismo do que nunca.

Dito tudo isso, estou ciente de que O Poder e a Lei nunca será uma série nota 10, mas é tão eficaz no que se propõe que a prefiro à grande maioria das ficções atuais.



Fonte: Filmes e Séries

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