Joseph Staten, ex-líder criativo da série Halo e diretor criativo de Halo 3 ODST, usou as redes sociais para elogiar a nova expansão de The Witcher 3, a Songs of the Past, e aproveitou o momento para refletir sobre o que poderia ter sido uma sequência de expansões no universo de Halo 3.
No post, Staten compartilhou o trailer de Songs of the Past e declarou que é “super inspirador ver a CD Projekt Red entregar novas aventuras em Witcher 3”, ressaltando que a expansão chega 12 anos após o lançamento original do RPG, em 2015. Em seguida, ele foi além e disse: “Eu frequentemente penso em como teria sido se tivéssemos continuado construindo sobre Halo 3 com expansões no estilo ODST, novas histórias, mecânicas inovadoras, etc.” E completou: “Teria sido muito divertido.”
O peso de ODST na franquia
Halo 3 ODST nasceu originalmente como uma DLC para Halo 3 e adotou uma abordagem radicalmente diferente para o design de campanha: trocou boa parte do espetáculo épico da série principal por uma narrativa em escala menor e mais focada em personagens, bem longe das enormes ameaças que marcavam Halo 3. Para muitos fãs, essa mudança de tom é exatamente o que torna o jogo especial.
Questionado nos comentários se o modelo de expansões teria funcionado com uma equipe menor dentro da Bungie, cuidando das histórias paralelas enquanto o time principal se dedicava ao que viria a ser Destiny, Staten foi direto na resposta: “Em teoria, isso só teria acontecido se nunca tivéssemos saído da Microsoft, o que provavelmente significa que Destiny nunca teria existido.”
A fala de Staten expõe uma bifurcação histórica no destino da franquia. A saída da Bungie da Microsoft definiu o rumo de dois universos distintos, e o que poderia ter sido uma linha contínua de expansões para Halo, menores, mais ousadas narrativamente, ficou apenas no campo da especulação.
Fonte: GamesRadar
Fonte: Video games


