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The Coalition diz que não fez E-Day em resposta a Gears 5: “Estamos fazendo porque queríamos fazer”


Nos últimos anos, a The Coalition entregou Gears of War 4, uma continuação fiel ao espírito da trilogia original, e Gears 5, um experimento mais ousado que ampliou os cenários, adicionou sistemas RPG e dividiu a base de jogadores. Agora, com E-Day, o estúdio retorna ao que sabe fazer de melhor e o ponto de partida escolhido é o mais dramático de toda a lore: o Emergence Day.

O diretor criativo Matt Searcy foi direto ao ponto na conversa com a GamesRadar+: “E-Day é um retorno às raízes de Gears of War”, e a melhor forma de alcançar isso era revisitar o momento mais sombrio de Sera. “A melhor forma que encontramos foi voltar a Sera em sua hora mais sombria: o dia em que os Locust saíram do chão”, disse ele.

Searcy também deixou claro que o projeto não nasce como reação às críticas ao capítulo anterior. A diretora de marca do estúdio, Nicole Fawcette, foi enfática: “Não fizemos E-Day como uma reação a Gears 5. Estamos fazendo E-Day porque tivemos a oportunidade de fazer o que queríamos fazer. Queríamos enfrentar o Emergence Day, e fazer os jogadores redescobrindo Marcus e Dom, enquanto fazíamos a transição para um novo motor. É isso que queríamos fazer, e é exatamente o que fizemos.”

O design de missões também foi repensado. The Coalition aprendeu com os deslizes de Gears 5 que veículos em mundo aberto e missões com objetivos livres não se encaixam bem na fórmula da franquia. “Algo que aprendemos com Gears 5 é que sair em veículos não se encaixa perfeitamente com Gears, e que a liberdade de escolher sua missão também não combina com Gears”, admitiu Searcy. A solução é uma estrutura mais linear com corredores densos e, eventualmente, arenas maiores que abrem múltiplos quarteirões ao mesmo tempo.

Gears of War: E-Day chega em 6 de outubro de 2026 para PC e Xbox Series, além do serviço Game Pass.

Fonte: GamesRadar+



Fonte: Video games

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