
KING Saints (Divulgação)
Aos 26 anos, KING Saints vive um dos momentos mais importantes de sua trajetória artística. Conhecida por sua atuação nos bastidores da música brasileira como compositora e criadora, a artista de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, agora consolida sua presença também como cantora, performer e atriz.
Com três indicações ao Grammy Latino no currículo, KING construiu uma carreira marcada por contribuições a projetos de alguns dos principais nomes da música nacional. Sua assinatura aparece em trabalhos de artistas como Elza Soares, Negra Li, Iza, Ludmilla e Karol Conká, além de integrar a equipe criativa responsável pelo álbum “Doce 22”, de Luísa Sonza.
A transição dos bastidores para o protagonismo artístico ganha força em um momento de expansão de sua carreira, impulsionada por novos projetos na música e no audiovisual.
Parceria com Anitta marca nova fase da carreira
Um dos capítulos mais recentes dessa trajetória é a participação de KING Saints no projeto “EQUILIBRIVM”, de Anitta. A artista assina a composição de sete faixas do álbum, além de dividir os vocais na música “NANÔ, colaboração que também conta com Rincon Sapiência.
A parceria extrapolou o universo musical e chegou à televisão. KING participou de uma edição especial do programa “Som Brasil”, da TV Globo, dedicada à trajetória de Anitta.
Segundo a artista, o processo criativo ao lado da cantora representou um momento decisivo em sua formação profissional. “Eu acredito que saí das sessões com um diploma em música e negócios, porque foi um aprendizado surreal compor para um projeto que já começou gigante”, afirmou.
“Para mim, que venho de uma estética pop mais lado B e nichada, essa colaboração legitima todo o meu corre. É o momento em que o mercado passa a olhar para a KING não só como uma criativa de bastidor, mas como uma artista de voz própria”, completou.
Música, representatividade e atuação no cinema
Além da atuação como compositora, KING Saints construiu sua identidade artística a partir das experiências vividas na cena cultural do Rio de Janeiro. Mulher negra e bissexual, ela desenvolveu sua performance em casas noturnas e em apresentações ligadas à comunidade LGBTQIAPN+, incluindo participações na Parada do Orgulho de Copacabana e de Duque de Caxias.
Essa vivência também se reflete em sua discografia. O álbum “Músicas para Marolar”, que mistura boombap, funk, R&B e trap, garantiu reconhecimento da crítica especializada e uma indicação ao Prêmio da Música Brasileira na categoria Melhor Música de Funk.
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A artista agora amplia sua atuação para o cinema. Ela integra o elenco de “O Velho Fusca”, longa-metragem com estreia prevista para este ano, marcando sua chegada às telas e reforçando sua atuação em diferentes frentes criativas.
Com uma carreira construída entre composição, performance e audiovisual, KING Saints se firma como uma das vozes emergentes mais relevantes da nova geração da música brasileira, ampliando o alcance de um trabalho que já vinha influenciando os rumos do pop nacional há anos.


