Pragmata, o mais novo título da Capcom, está causando um efeito inesperado: jogadores do mundo inteiro estão declarando que a experiência os fez querer ter filhos. O motivo é Diana, uma androide que se parece e se comporta como uma menina de sete anos e que forma um improvável laço de pai e filha com o protagonista Hugh, o engenheiro enviado à base lunar para descobrir por que ela perdeu contato com a Terra.
O jogo foi um sucesso imediato de vendas, superando a marca de 1 milhão de cópias vendidas nos dois primeiros dias após o lançamento. A recepção crítica também foi positiva, com avaliações favoráveis na imprensa especializada. Mas além dos números, o que tem dominado as conversas são os momentos protagonizados por Diana. Ela desenhando um retrato para Hugh, brincando em um escorregador pela primeira vez. Cenas simples, mas que claramente estão atingindo em cheio.
Desde o lançamento, os fãs passaram a chamar o jogo carinhosamente de “Dad Space” ou “Dad Simulator”, e a hashtag tomou conta do X. “Primeiras impressões sobre Pragmata após minhas primeiras 2 horas: EU QUERO SER PAI – EU QUERO PROTEGER ESSE SORRISO”, publicou um jogador. Outro tweet foi ainda mais direto: “Jogar Pragmata e não querer ser pai é IMPOSSÍVEL.”
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Outros foram além do impulso momentâneo. “Eu tenho AMADO Pragmata, e sim, ele reafirmou minha vontade de ter de 4 a 6 filhos depois que eu me casar”, escreveu mais um jogador. Até quem já é pai não ficou imune: “Sabe… eu amo meus dois filhos demais, mesmo que possam ser trabalhosos às vezes… E mesmo estando ficando velho… Esses clipes de Pragmata… Estão me fazendo pensar que talvez eu ainda tenha mais um filho pela frente…”, disse outro jogador no X.
A enxurrada de reações abriu espaço para uma teoria bem-humorada. A de que Pragmata faria parte de um plano maior para aumentar as taxas de natalidade, especialmente no Japão, onde os índices estão em queda. A grande maioria tratou a ideia como piada, mas o fato é que a discussão ganhou tração o suficiente para virar pauta.
Não é a primeira vez que um jogo desperta esse tipo de instinto. The Last of Us provocou sentimentos muito parecidos em sua época, com o laço entre Joel e Ellie ocupando o mesmo espaço emocional que Hugh e Diana ocupam agora. Se o “Dad Simulator” já pode ser considerado um gênero em si, parece que o público está completamente disposto a abraçá-lo.
Fonte: Dexerto
Fonte: Video games


