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É um dos 10 melhores filmes de fantasia de todos os tempos: 44 anos depois, continua sendo uma obra-prima insuperável – Notícias de cinema


Mais de quatro décadas após seu lançamento, Excalibur permanece o ápice da fantasia. Uma obra mágica, brutal e inesquecível, pronta para ser redescoberta!

O gênero fantasia está repleto de filmes esquecíveis, às vezes medíocres ou até mesmo ruins. No entanto, algumas obras conseguem transcender o tempo e as tendências para se tornarem clássicos absolutos. Excalibur, de John Boorman, é um exemplo disso: mais de 40 anos após seu lançamento, permanece um ápice do gênero. A história que narra a famosa lenda do Rei Arthur está disponível para compra ou aluguel no Prime Vido.

É disso que se trata Excalibur

Prime Video

O mago Merlin (Nicol Williamson) dá ao rei Uther Pendragon (Gabriel Byrne) a mística Excalibur, a espada do poder. Durante uma emboscada Uther é ferido mortalmente e, pouco antes de morrer, enterra a espada em uma pedra. Fica então decidido que o cavaleiro que puder retirá-la da pedra será o novo rei, mas ninguém consegue.

Anos depois o país estava divido em guerra entre os senhores feudais e Arthur (Nigel Terry), um jovem escudeiro, retira facilmente a espada da pedra. Alguns nobres juram fidelidade ao novo rei e Merlin relata que Arthur é um filho bastardo de Uther, mas alguns nobres não aceitam sua autoridade.

No entanto o tempo faz todos se curvarem ao sábio rei, mas o tempo vai mostrar que o fator de desagregação do reino está na atração que Lancelot (Nicholas Clay), o campeão do rei, sente por Guinevere (Cherie Lunghi), a rainha. E, somando-se a isto, Morgana (Helen Mirren), a meia-irmã de Arthur, decide que Mordred (Robert Addie), o filho que ela teve com Arthur, deve ocupar o trono.

Uma obra atemporal e inesquecível

Ao contrário da maioria dos filmes de fantasia da época, muitas vezes criados para capitalizar o sucesso de Conan, o Bárbaro, Excalibur conseguiu estabelecer sua própria identidade e deixar uma marca indelével. Ironicamente, John Boorman nunca conseguiu adaptar O Senhor dos Anéis, mas foi justamente essa impossibilidade que o levou a dar vida ao mundo arturiano.

Inspirando-se na coletânea de romances de Thomas Malory, Le Morte d’Arthur (1485), o diretor recriou um mundo que é ao mesmo tempo mágico, onírico e brutal, onde os destinos são decididos no decorrer de batalhas sangrentas. Certas cenas, como a cavalgada de Arthur para sua batalha final ao som de Carmina Burana, de Carl Orff, tornaram-se icônicas.

Embora alguns dos efeitos especiais e cenários possam parecer datados, o trabalho do diretor de fotografia Alex Thomson continua impressionante e lhe rendeu sua única indicação ao Oscar e quanto ao elenco, o filme brilha com suas atuações.

Hoje, apesar da infinidade de novas adaptações da lenda arturiana no cinema e na televisão, Excalibur permanece uma referência essencial. Depois de 44 anos de seu lançamento, o filme de Boorman continua sendo um modelo do que a fantasia pode oferecer em sua forma mais grandiosa.



Fonte: Filmes e Séries

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